A decisão da nova administração da SINAGA de oferecer 400 euros pela renda de um alqueire de terra em São Miguel para semear beterraba, quando estas terras estão arrendadas a produtores de leite por valores que oscilam entre os 40 e os 50 euros o alqueire, está a criar uma grande instabilidade no sector leiteiro micaelense.
Os lavradores que têm contratos anuais, precários ou mesmo apalavrados com senhorios, estão agora na eminência de perder as terras num espaço de tempo que pode ser de semanas, pondo em causa a sua exploração leiteira a sustentabilidade familiar e a do sector leiteiro.
A nossa área agrícola é pequena pelo que á que fazer-se opções de rentabilidade e produtividade e assumir-se uma orientação politica coerente e clara.
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domingo, setembro 19, 2010
terça-feira, setembro 07, 2010
Mercados agrícolas
Foi ontem aprovado no Parlamento Europeu, o relatório sobre um melhor funcionamento da cadeia de abastecimento alimentar, no qual o Deputado açoriano Luís Paulo Alves foi o responsável pelo Grupo Socialista Europeu na negociação dos compromissos que foram agora aprovados.
O deputado afirmou no Plenário que “este relatório é essencial numa altura em que as políticas agrícolas se encontram cada vez mais orientadas para os mercados e os agricultores se vêem confrontados, na Europa, com níveis de rendimento muito baixos.”
Segundo o Deputado, “é por isso que, se os rendimentos dos agricultores vão depender cada vez mais de boas práticas, leais e concorrenciais e dum sistema de supervisão que garanta o seu bom funcionamento.
O deputado afirmou no Plenário que “este relatório é essencial numa altura em que as políticas agrícolas se encontram cada vez mais orientadas para os mercados e os agricultores se vêem confrontados, na Europa, com níveis de rendimento muito baixos.”
Segundo o Deputado, “é por isso que, se os rendimentos dos agricultores vão depender cada vez mais de boas práticas, leais e concorrenciais e dum sistema de supervisão que garanta o seu bom funcionamento.
sexta-feira, abril 23, 2010
Atenção ao Euro
Neste contesto económico e político onde actualmente nos movemos, por vezes escapa-nos os pormenores, transcrevo as ideias principais de João Costa Pinto, presidente da Caixa de Crédito Agrícola e ex-vice-governador do Banco de Portugal, no "Jornal de Negócios", de 21-04-2010.
“Vive-se uma batalha pela sobrevivência da união monetária europeia (...). Há interesses e forças, quer especulativas, quer políticas, e grupos de interesse do mundo anglo-saxónico interessados em testar até ao limite a resistência do euro (...). É certo que algumas economias mais periféricas, como a portuguesa, têm debilidades, mas isto é um ataque ao euro através da concentração nos elos mais fracos da cadeia”.
“Vive-se uma batalha pela sobrevivência da união monetária europeia (...). Há interesses e forças, quer especulativas, quer políticas, e grupos de interesse do mundo anglo-saxónico interessados em testar até ao limite a resistência do euro (...). É certo que algumas economias mais periféricas, como a portuguesa, têm debilidades, mas isto é um ataque ao euro através da concentração nos elos mais fracos da cadeia”.
quarta-feira, novembro 25, 2009
A crise económica regional
Os Açores também estão a atravessar um momento de crise económica como todo o mundo e isso é razão para preocupação para nós.
A crise nacional, a redução do preço do leite e a fraca actividade turística, são razões para a situação crise económica regional.
Em primeiro lugar a crise nacional nas finanças públicas, que se tem traduzido também numa menor transferência de algumas verbas para os Açores.
Em segundo lugar, redução do preço do leite, tendo esta conduziu à diminuição dos rendimentos dos lavradores e isso levou a um decréscimo interno na procura de produtos e serviços regionais.
Por último a actividade turística também em diminuição de procura na Região, a menor procura não tem dinamizado os outros sectores regionais complementares.
A crise nacional, a redução do preço do leite e a fraca actividade turística, são razões para a situação crise económica regional.
Em primeiro lugar a crise nacional nas finanças públicas, que se tem traduzido também numa menor transferência de algumas verbas para os Açores.
Em segundo lugar, redução do preço do leite, tendo esta conduziu à diminuição dos rendimentos dos lavradores e isso levou a um decréscimo interno na procura de produtos e serviços regionais.
Por último a actividade turística também em diminuição de procura na Região, a menor procura não tem dinamizado os outros sectores regionais complementares.
domingo, outubro 25, 2009
O crédito malparado
O crédito malparado entre as empresas açorianas alcançou os 3,2 por cento em Agosto, um dos valores mais elevados dos últimos anos, revela o Banco de Portugal, que confirma assim as dificuldades que atravessam os empresários locais.
A dificuldade crescente das empresas açorianas em liquidar as respectivas dívidas resulta da crise financeira e económica internacional que acabou por se reflectir em Portugal continental e Regiões Autónomas, como era de esperar.
A dificuldade crescente das empresas açorianas em liquidar as respectivas dívidas resulta da crise financeira e económica internacional que acabou por se reflectir em Portugal continental e Regiões Autónomas, como era de esperar.
segunda-feira, setembro 07, 2009
CALF
A crise do leite em toda a União Europeia atinge os Açores com a intensidade de outros países produtores.
A produção faialense encontra-se unida na sua cooperativa de produção a CALF, enfrentando esta uma crise na competitividade dos preços de comercialização no mercado europeu, apesar de se ser sócia da empresa regional para a comercialização dos seus produtos fora da Região Autónoma, penalizando assim involuntariamente os seus associados.
Sendo os Açores uma região altamente vocacionada para a produção leiteira, esta situação está a provocar ansiedade e preocupação, espero que nesta dificuldade a união entre a produção com a sua cooperativa se mantenha, porque só assim se poderá, com muita dificuldade, ir encontrando novos mercados normalizando a tesouraria de todos os envolvidos.
A produção faialense encontra-se unida na sua cooperativa de produção a CALF, enfrentando esta uma crise na competitividade dos preços de comercialização no mercado europeu, apesar de se ser sócia da empresa regional para a comercialização dos seus produtos fora da Região Autónoma, penalizando assim involuntariamente os seus associados.
Sendo os Açores uma região altamente vocacionada para a produção leiteira, esta situação está a provocar ansiedade e preocupação, espero que nesta dificuldade a união entre a produção com a sua cooperativa se mantenha, porque só assim se poderá, com muita dificuldade, ir encontrando novos mercados normalizando a tesouraria de todos os envolvidos.
quinta-feira, maio 21, 2009
A crise
O presidente do Banco Mundial sublinhou que a recuperação económica tardará a chegar e quando ocorrer será de "baixa intensidade durante muito tempo" porque a indústria não tem escoamento e o desemprego vai continuar a crescer.
O presidente do Banco Mundial considerou também como pouco provável que se repita uma depressão como a dos anos 30, embora "se acontecesse, seria terrível", com alto custo social, sobretudo nos países em desenvolvimento.
Será isto o que nos espera?
O presidente do Banco Mundial considerou também como pouco provável que se repita uma depressão como a dos anos 30, embora "se acontecesse, seria terrível", com alto custo social, sobretudo nos países em desenvolvimento.
Será isto o que nos espera?
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